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Mesopotâmia

Mesopotâmia

A estreita faixa de terra localizada entre os rios Tigre e Eufrates foi chamada pelos Gregos, na Antiguidade, de Mesopotâmia, isto é, “terra entre os rios”.

Entre os povos temos: Sumérios, os Babilônios, os Hititas, os Assírrios e os Caldeus.

A sociedade mesopotâmica era dividida em estamentos. Os estamentos eram camadas sociais, nas quais a posição social dos individuos dependia do nacimento. Os sacerdotes, os aristocratas, os militares e os comerciantes formavam os estamentos da minoria. A maioria da população era formada pelos artesãos, camponeses e escravos.
Na Mesopotâmia havia um entrelaçãmento entre politica e religião. Os reis exerciam as funções de sumo sacerdote, supremo juiz e comandante militar.

 

Os mesopotâmios adoravam diversas divinidades e acreditavamque elas eram capazes de fazer tanto o bem quanto o mal. As divinidades representavam os elementos da natureza, como o vento, a água, a terra, o sol, etc. Os animais eram sacrificados nos cultos religiosos. Cada cidade tinha um deus próprio, e, quando uma alcançava predomínio político sobre as outras, seu deus também se tornavam mais cultuado.
No tempo de Hamurábi, por exemplo, o deus Marduc da Babilônia foi adorado por todo o império.
A divinidade feminina mais importante era Ishtar, a deusa da natureza e a da fecundidade.
Cada cidade mesopotâmica pertencia a um deus, representado pelo rei. A autoridade do rei estendia-se a todas as cidades. Ele era auxiliado por ministros, sacerdotes e funcionarios. Legislava em nome das divinidades, assegurava as praticas religiosas, zelava pela defesa de seus dominios, protegia eregulamentava a economia. As principais atividades econômicas eram a agricultura e comécio.               Os mesopotamicos desenvolveram também a tecelagem, fabricavam armas, e objetos de metal.                  Os comerciantes andavam em caravanas, levando seus produtos aos países visinhos e às regiões mais distantes.

 

 

A vida nômade, em caravanas, foi uma característica dos povos mesopotâmicos.Ainda hoje podem-se ver tendas armadas em varias regiões diferentes. Os povos que nelas viven, são pequenos comerciantes.
O LEGADO MESOPOTÂMICO
Devemos aos mesopotâmicos vários elementos de nossa civilização. Vejamos alguns:
*o ano de 12 meses e a semana de 7 dias;
*a divisão do dia em 24 Horas;
*a crença nos horóscopos e os 12 signos do zodíaco

*hábito de fazer o plantio de acordo com as fazes da lua;
*o círculo de 360 graos;
*o processo aritmético da multiplicação.

Os povos Mesopotâmicos.

A Mesopotâmia foi uma região por onde passavam muitos povos nômades oriundos de diversas regiões. A terra fértil fez com que alguns desses povos aí se estabelecessem. Do convívio entre muitas dessas culturas floresceram as sociedades mesopotâmicas. Os povos que ocuparam a mesopotâmia foram os sumérios, os acádios, os amoritas ou antigos babilônios, os assírios, os elamitas e os caldeus ou novos babilônios. Como raramente esses Estados atingiam grandes dimensões territoriais, conclui-se que apesar da identificação econômica, social e cultural entre essas civilizações, nunca houve um Estado mesopotâmico.

Os registro arqueológicos apontam que a instalação das primeiras civilizações se deu na Mesopotâmia e não no Egito, os registro remontam a cerca de oito a sete mil anos a.C. OS SUMÉRIOS povos que ocuparam a baixa mesopotâmia por volta de 3000 a.C. Fundaram cidades-estado, as mais conhecidas que fazem parte de todos os livros didáticos de 5ª série são; Ur, Uruk, Eridu e Lagash. Cidades independentes, mas que lutaram entre si pelo domínio das outras, mas os dirigentes de Uruk teriam submetido as demais.

OS ACADIANOS, povos semitas[1] que mais ou menos na mesma época provenientes do deserto da Síria instalaram-se próximos às cidades sumérianas, próximo a Babilônia. Sob o controle de Sargão submeteram os sumérios e formaram um império, que durou aproximadamente um século, quando foram dominados por povos do norte.

Pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita (evento que marca o começo dos tempos históricos registrados), que ocorreu aproximadamente em 4000 a.C.. Período histórico que antecede o aparecimento da escrita e do uso dos metais, e que é reconstituído e estudado por meio da antropologia, da arqueologia, da paleontologia Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos. Assim, no Egito, a pré-história terminou aproximadamente em 3500 a.C., enquanto que no Brasil terminou em 1500 e na Nova Guiné ela terminou aproximadamente em 1900. Para muitos historiadores o próprio termo “pré-história” é errôneo, pois não existe uma anterioridade à história e sim à escrita.

A transição para a “história propriamente dita” se dá por um período chamado proto-história, que é descrito em documentos, mas ou são documentos ligeiramente posteriores ou documentos externos. O termo pré-história mostra, portanto, a importância da escrita para a civilização ocidental.

Uma vez que não há documentos deste momento da evolução humana, seu estudo depende do trabalho de arqueólogos ou antropólogos, como por vezes de outros cientistas, que analisam restos humanos e utensílios preservados para determinar o que acontecia.

Origem da espécie humana

Chamamos de hominídeos todas as espécies de primatas em que inclui o homem moderno. Os cientistas acham que foi aproximadamente há um milhão e meio de anos que algumas espécies de hominídeos começaram a se distinguir dos outros animais por sua capacidade de fabricar armas rudimentares de pau e pedra (para se defenderem e para caçar) e descobriram que certas coisas da natureza podiam ser utilizadas como utensílios.

O mais antigo hominídeo, com sinais de inteligência, foi descoberto no sul da África, numa gruta onde se encontravam ossadas fósseis, de vários hominídeos da mesma espécie, dando a entender que já viviam em grupo. Juntamente foram tiradas pedras que tinham sido trazidas de rios bem distantes, já com intenção de aproveitá-las como utensílios.

Australopithecus

Em 1924, Raymond Dart descobriu, na África do Sul, um fóssil primata que ficou conhecido como Australopithecus (que significa “macaco do sul”). As análises provaram que não se tratava de ossada de macaco, mas sim de um hominídeo. Maiores estudos levaram à conclusão de que se tratava de um ancestral humano com estas características: bípede de postura semi-ereta, altura entre 1m e 1,5m, mãos livres que lhes permitia usar objetos (pedras, madeira) para melhor defender-se e sobreviver. A posição semi-ereta e a liberdade das mãos, mais o uso de sua iniciante capacidade intelectual, davam ao Australopithecus vantagens sobre os animais mais fortes e sobre o meio-ambiente.

Pithecanthropus erectus

O Australopithecus ocupou as terras de parte da África e ganhou as regiões temperadas da Ásia e Europa, evoluindo para Pithecanthropus erectus na ilha de Java.[carece de fontes?] Em 1891, foi encontrado um fóssil desse Homo erectus na ilha de Java. Depois encontraram-se outros fósseis desse mesmo estágio de evolução na Alemanha e na China (em Pequim).

Homem de Neandertal

Em 1856, foi encontrado no vale de Neander (Alemanha), um fóssil com características mais evoluídas que o Pithecanthropus erectus. Recebeu o nome de Homem de Neandertal (que significa “novo homem do vale”). Com as mesmas características foram encontrados fósseis na Bélgica, no norte da África e Ásia Menor. Suas características principais eram: bípede ereto, altura de 1,60 m, cérebro parecido com o do homem moderno, robusto, pernas curtas e o queixo quase igual ao do homem atual.

Homem de Cro-Magnon

Em 1868, foram descobertos esqueletos na França, em Cro-Magnon (que significa “grande buraco”). Foram encontrados também fósseis do mesmo estágio de civilização numa gruta em Grimaldi (Itália), na República Tcheca e em muitos outros lugares. Trata-se do nosso ancestral mais direto que apareceu por volta de 40.000 anos atrás. Suas características principais eram: robusto, estatura elevada (1,80 m) e traços físicos do homem atual. Pelos utensílios e sinais da civilização que deixou já demonstrava uma inteligência mais evoluída. Por isso foi também chamado de Homo sapiens (“homem sábio”). Fabricou mais de uma centena de objetos diferentes com as mais variadas utilidades, inclusive ornamentais.

Períodos pré-históricos

Dentro da divisão da história elaborada pelos europeus, a origem da humanidade e as primeiras formas de organização dos grupos humanos constituem, o período mais longo de nosso passado. Convenciona-se dividir esse período em três grandes momentos: Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais.

 

O Paleolítico (pedra antiga), também conhecido como Idade da Pedra Lascada, refere-se ao período pré-histórico que vai de cerca de 2,5 milhões a.C., quando os ancestrais do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra lascada, até cerca de 10000 a.C.

Neste período os homens eram essencialmente nômades caçadores-coletores, tendo que se deslocar constantemente em busca de alimentos. Desenvolveram os primeiros instrumentos de caça feitos em madeira, osso ou pedra lascada, e dominaram o uso do fogo.

 

O Mesolítico (pedra intermediária) é um período da pré-história situado entre o Paleolítico e o Neolítico, e presente (ou pelo menos, com duração razoável) apenas em algumas regiões do mundo onde não houve transição direta entre os dois períodos citados. As regiões que sofreram maiores efeitos das glaciações tiveram Mesolíticos mais evidentes.

 

O Neolítico, também chamado de Idade da Pedra Polida (por causa de alguns instrumentos, feitos de pedra lascada e pedra polida). É o período da Pré-História que começa em 8000 a.C.. Durante esse período surge a agricultura, e a fixação resultante do cultivo da terra e da domesticação de animais para o trabalho [1] provoca o sedentarismo (moradia fixa em aldeias).

 

Denomina-se Idade dos Metais o período marcado pelo início da fabricação de instrumentos metálicos. O ser humano começava a dominar, ainda que de maneira rudimentar, a técnica da fundição. A princípio, utilizou como matéria prima o cobre, o estanho e o bronze (uma liga de estanho), metais cuja fusão é mais fácil. Com o uso de forjas e foles, a metalurgia melhorou e se diversificou, atingindo o ferro, um dos metais que necessita de técnicas mais aprimoradas para ser aproveitado, pois requer uma temperatura muito elevada para a sua fusão. O ferro era usado principalmente para a fabricação de armas.

 

 

 

 

 

 

 

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